“Vinho tinto”, de Manoel Neves
delicia os meus olhos incendeia os meus poros infinito circular feito o rio em seu leito maremoto satisfeito riso perpendicular casa certa, riso, leito faca, flecha,...
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Read Moreandrógino dândi lúbrico pós-revejo escreve re verbero na utopia pólis ácido murmúrio do dês ejo sobrescravo a cortejo perverto o lúdico o lúcido versejo o...
Read Moreseu nome descreve uma circunferência na minha cabeça rodopia num segundo cabem todas as dúvidas na minha cabeça seu nome não há dor nem...
Read MoreNossa era a guerra assim como nossos eram os corpos tombados no chão. Nossas, as esperanças de não sermos totalmente arrasados pelos projéteis dos inimigos. Quem...
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